(foto pessoal)
Homem, meu irmão, vê que a Criação inteira te contempla...
O oceano das florestas e o incêndio das flores, as lanternas lá no céu e o espelho das águas, e as vozes fervilhantes de todos os animais divididos entre a confiança e o medo.
(Dom Hélder Câmara)
Vivo junto à natureza,
Todos os dias passeio
Calma, com destreza,
No mundo, eu creio.
Estações revelam a beleza da natureza.
Quem nela se deleita, se fortaleça!
Gosto de nela estar, ser sua pertença,
Vislumbro diariamente a pura beleza.
Muito mais de galhos secos,
Além das folhas ao piso caídas,
Estão representadas belezas
Vislumbro eu horizontes novos...
Viva a Natureza!




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Querida Roselia,
ResponderExcluirteu texto é um cântico sereno de pertencimento. A epígrafe de Dom Hélder abre o poema como um chamado à consciência, e teus versos respondem com passos calmos, olhos atentos e um coração que escolhe caminhar junto da Criação, não acima dela.
Há uma fé suave no teu “eu creio”, que se manifesta no simples ato de passear, observar, fortalecer-se no contato com o natural. As estações não são apenas passagem do tempo, mas revelação constante de beleza e aprendizado. Mesmo nos galhos secos e nas folhas caídas, teu olhar encontra promessa horizontes novos, recomeços silenciosos.
Teu poema ensina que amar a natureza é também um gesto espiritual: reconhecer-se parte, cuidar, contemplar. E o “Viva a Natureza!” final soa como celebração e compromisso. Um texto que acalma, desperta e convida à reverência pelo que vive.
Beijinho
Fernanda
Que privilégio Rosélia! Essa vivencia cria um olhar todo especail para ela!
ResponderExcluirObg pela visita no Jeito de Casa.
bjus
ana